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Quando A Escuta Vira Ação: Contribuições Do Grupo de Trabalho Sentidos Brasil-Perkins No Museu De Patologia Da Fiocruz

Como tornar museus mais acessíveis? Conheça a experiência do Museu de Patologia da Fiocruz com o grupo de trabalho Sentidos Brasil-Perkins e veja como a escuta ativa pode gerar mudanças reais.

Um desenho digital de uma galeria de arte luminosa num museu onde há muitas pessoas, alguns em cadeiras de rodas ou com bengalas de mobilidade, conversam e admiram a arte.

O Grupo de Trabalho Sentidos Brasil-Perkins tem como um de seus objetivos apoiar espaços de lazer e cultura para que sejam ambientes verdadeiramente inclusivos, onde todas as pessoas possam estar, participar e aprender. Nesse contexto, o grupo vem colaborando com Museu de Patologia da Fiocruz por meio de formações e reflexões sobre a acessibilidade de seus acervos. Realizamos um webinário virtual com a participação de duas cientistas do museu para compartilhar sobre esse trabalho.

Neste encontro, a Dra. Bárbara Cristina, Microbiologista e Imunologista, curadora do Museu de Patologia da Fiocruz, e a Dra. Aline da Silva, Farmacêutica, coordenadora das Coleções Biológicas da Fiocruz, compartilham como o apoio do grupo tem impulsionado mudanças significativas no modo como pensam e organizam suas exposições — tornando-as mais acessíveis a pessoas com deficiência.

Mais do que adaptações técnicas, o webinário revela como a escuta e o diálogo promovidos pelo grupo despertaram novas perspectivas, transformando não apenas práticas institucionais, mas também os olhares pessoais de cada participante.

Um bate-papo inspirador sobre inclusão, ciência e o poder da escuta ativa. Vale muito a pena conferir!

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